Viper carry: 6/15/9 — tinha um plano, mas deu tudo errado
Sou main suporte, mas escolhi Viper carry. Resultado: 6/15/9, Ancestral no chão e um episódio de zoeira sobre como não jogar. A graça está nas minhas decisões, sem caçar culpados.
O que aprender com o episódio
- Minha conclusão: um bom momento não significa controlar a partida. Antes de entrar em outra briga, preciso olhar minha posição, os aliados por perto e como continuar vivo. É uma pergunta para o meu próprio jogo, não uma receita universal comprovada.

Escolhi carry. A taverna me escolheu
Morto de novo. Acabou a folga: vou tentar pelo menos dar last hit nos creeps. Consigo uma kill e já estou quase gravando um guia. Depois vêm outra visita à taverna, a defesa da base e as dúvidas tardias sobre meus itens. O time inteiro oscilou, e eu também não dei conta da minha função. A edição deixa a derrota mais engraçada, mas não transforma em vitória.

Uma kill e eu já era especialista. Guia cancelado
A primeira alegria virou cedo demais a confiança de que eu já sabia tudo. Minha conclusão: um bom momento não significa controlar a partida. Antes de entrar em outra briga, preciso olhar minha posição, os aliados por perto e como continuar vivo. É uma pergunta para o meu próprio jogo, não uma receita universal comprovada.

Kill da taverna. Carry do ano
Earth Spirit morreu enquanto eu estava morto. A kill foi minha; a briga já não era.

Em que momento você pararia para mudar o plano? Escolha um capítulo, reveja a decisão e compare com a sua partida.
Assista à partida por trás desta nota ↗

